
Além das ficadas, baladas e perda da virgindade, preocupações típicas da adolescência, agora as meninas resolveram beijar meninas.
O que elas dizem.
Paula*, de 25 anos, formada em relações internacionais, deu seu primeiro beijo em uma menina há dois anos. Em abril de 2004, depois de conhecer uma menina "linda de morrer", ela se sentiu atraída. "Eu fui seduzida por uma mulher e não sabia como reagir", afirma. Um mês depois, ela foi a uma festa, conheceu uma garota "alternativa" e, dias depois, viu na prática como agir. "Ganhei um beijo e não conseguia abrir os olhos. Milhões de setimentos explodiam em minha cabeça. Pensei: será que sou lésbica?", relembra.
Por ser católica - e por ter gostado -, Paula ficou com medo de sofrer preconceito. No entanto, resolveu deixar sua curiosidade vir à tona. "Sei que sou heterossexual, até tenho namorado, mas batem essas vontades. Optei por experimentar o que quero sem vergonha", diz Paula, que já ficou com outras mulheres.
Assim como Paula, a produtora de eventos Fernanda*, de 21 anos, também acha natural beijar uma menina. "É coisa de adolescente curiosa. Não mexeu comigo", comenta a jovem, que se diz heterossexual, convicta. Aos 15 anos, estava em casa com duas amigas. "Quando vi, já tínhamos nos beijado. Foi a primeira vez que isso aconteceu com as três. Foi o resultado da associação entre álcool, juventude, curiosidade e depressão por causa de homem", brinca Fernanda. Ela assegura ter consciência do que rolou, mas garante que não se impressiona. "Beijo de mulher é diferente. Não me amarrei", conclui.
Por farra, ainda beijou outras meninas em duas ocasiões. Primeiro, durante um jogo, numa reunião de amigos. "Duvidaram que eu faria e fiz questão de mostrar que não tinha vergonha", conta a produtora. Depois, com 19 anos, em uma festa. Ela e a amiga ficaram cada qual com um menino, quando eles pediram que elas se beijassem. "Foi uma bagunça, mas não hesitamos em realizar o sonho deles", confessa.
O que elas dizem.
Paula*, de 25 anos, formada em relações internacionais, deu seu primeiro beijo em uma menina há dois anos. Em abril de 2004, depois de conhecer uma menina "linda de morrer", ela se sentiu atraída. "Eu fui seduzida por uma mulher e não sabia como reagir", afirma. Um mês depois, ela foi a uma festa, conheceu uma garota "alternativa" e, dias depois, viu na prática como agir. "Ganhei um beijo e não conseguia abrir os olhos. Milhões de setimentos explodiam em minha cabeça. Pensei: será que sou lésbica?", relembra.
Por ser católica - e por ter gostado -, Paula ficou com medo de sofrer preconceito. No entanto, resolveu deixar sua curiosidade vir à tona. "Sei que sou heterossexual, até tenho namorado, mas batem essas vontades. Optei por experimentar o que quero sem vergonha", diz Paula, que já ficou com outras mulheres.
Assim como Paula, a produtora de eventos Fernanda*, de 21 anos, também acha natural beijar uma menina. "É coisa de adolescente curiosa. Não mexeu comigo", comenta a jovem, que se diz heterossexual, convicta. Aos 15 anos, estava em casa com duas amigas. "Quando vi, já tínhamos nos beijado. Foi a primeira vez que isso aconteceu com as três. Foi o resultado da associação entre álcool, juventude, curiosidade e depressão por causa de homem", brinca Fernanda. Ela assegura ter consciência do que rolou, mas garante que não se impressiona. "Beijo de mulher é diferente. Não me amarrei", conclui.
Por farra, ainda beijou outras meninas em duas ocasiões. Primeiro, durante um jogo, numa reunião de amigos. "Duvidaram que eu faria e fiz questão de mostrar que não tinha vergonha", conta a produtora. Depois, com 19 anos, em uma festa. Ela e a amiga ficaram cada qual com um menino, quando eles pediram que elas se beijassem. "Foi uma bagunça, mas não hesitamos em realizar o sonho deles", confessa.
Observação: *Nome Fictício
Esse texto foi retirado e adpatado da Revista do Correio, escrito por Mariana Abreu.
Brasília, domigo, 9 de abril de 2006 (Correio Braziliense).
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