
TRAVESTISMO
O termo travestismo é usado na área da sexualidade humana para descrever o indivíduo que obtém prazer de cunho sexual em vestir-se com as roupas do sexo oposto ao seu. Temos, portanto, homens e mulheres travestis. O fetichismo transvéstico não precisa ocorrer com todas as roupas do corpo, pode envolver somente as roupas de baixo.
Podemos ter um homem trajando terno e gravata e usando por baixo de suas roupas calcinhas e outras peças caracteristicamente femininas ou mulheres usando cuecas tradicionalmente masculinas.
Também não precisa ocorrer em público, podendo o indivíduo contentar-se em trajar-se com as roupas do sexo oposto ao seu quando em ambiente discreto ou em sua própria residência, longe dos olhares de outras pessoas. A orientação sexual não tem uma relação direta com o travestismo, de modo que é incorreto associar o travestismo ao homossexualismo, pois tal fenômeno ocorre também em pessoas de orientação sexual diversa. O termo travesti foi empregado inicialmente em 1910 pelo sexólogo Magnus Hirschfeld.
Atualmente alguns travestis, principalmente os masculinos, ultrapassam a barreira da roupa e usam o seu próprio corpo para se feminilizarem através de ingestão de hormônios femininos e modelagem das formas de uma mulher com substâncias de preenchimento. Infelizmente muitos utilizam o silicone líquido, cujo uso médico é proibido no Brasil, devido aos sérios danos que causa à saúde. Fazem também através dos implantes de silicone mamário e nos glúteos, estes com uso permitido e normatizado. Já o travestismo feminino vem utilizando nos últimos tempos doses excessivas de esteróides anabolizantes com repercussão altamente danosa ao organismo, algumas vezes letal.
Esse texto foi retirado da Web e adaptado.

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