quarta-feira, 18 de novembro de 2009
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Resenha
HOMOSSEXUALIDADE
Grupo Mundo Melhor.
Esta resenha trata de um tema o quanto complexo de ser abordado, a homossexualidade. Para tratar do assunto, o grupo recorreu a várias fontes de pesquisa, com objetivo de ampliar o conhecimento sobre a discriminação homossexual.
Visitamos várias páginas da Web, numa das pesquisas encontramos o texto Homossexualismo[1] que buscar esclarecer a origem da homossexualidade num indivíduo, levantando o dilema: homossexualismo é um transtorno médico ou psiquiátrico? Nenhum dos dois. A homossexualidade é uma opção de vida em que a pessoa sente-se feliz e realizada ao relacionar-se com pessoas do mesmo sexo.
Essa condição humana gera várias consequências desde o princípio da humanidade até o mundo contemporâneo. Socialmente dizendo o homossexualimo influência drasticamente o comportamento das sociedades. Os Gays e lésbicas continuam marginalizados e ficam sujeitos a todo tipo de violência. Em algumas situações essa violência é apoiada até por crenças religiosas e bases morais. Contudo, a religião e a moral não deveriam defender a dignidade humana e a liberdade de escolha? Em nossa busca do conhecimento encontramos o texto Aspectos Sociais do Homossexualismo[2], o qual relata que “Em algumas épocas e lugares, a homossexualidade era elemento aceito da vida cotidiana. Em outros contextos, tem sido considerada ofensa moral, punível com a morte; ou designada como anomalia digna de pena a ser curada com tratamento médico”. Diante disso, é nítido que a homossexualidade é vista de várias formas pelas diferentes sociedades.
Nos dias atuais, a discriminação é estampada nos diversos segmentos da sociedade, e os casais homossexuais não têm o mesmo direitos dos casais heterossexuais. Com toda essa resitência a homossexualidade surgiu até o termo homofobia (medo de homossexuais) para discriminar ainda mais essas pessoas, que são detentoras de direitos e deveres como qualquer outro ser humano.
Encontramos também um texto explicativo das diferenças existentes na sexualiadade: homossexualismo, travestismo, hemafroditismo, transsexualismo. Escolhas sexuais que muitos interpretam como sendo a mesma coisa, mas desconhecem o verdadeiro significado de cada comportamento. Entretanto o que importa, mais vale a discriminação e o preconceito do que entender a opção sexual de cada um. Na maioria dos casos atiramos pedras para depois entendermos a situação. Caso recente da universitária da Uniban enfatiza muito bem esse cenário: independente da moça de vestido curto querer promover-se ou não, a atitude dos demais estudantes não justifica. Esse é o mundo em que vivemos, uma tremenda baderna.
Continuando achamos a Homossexualidade Feminina[3] que sofre uma discriminação bem maior do que os homossexuais masculinos. O preconceito contra o homossexualismo feminino ainda persiste na sociedade e nas leis que ainda fecham os olhos para sua existência.
Por fim o texto O Seu Filho é Gay[4] traz os porquês da descoberta da homossexualidade dentro da família e a dificuldade em compreender a opção sexual, sendo que nem sempre os pais vão saber lidar com a situação, e tentarão erradamente justificar o comportamento homossexual culpando a si próprios.
Com base nas pesquisas apresentadas, entendemos que a homossexualidade deve ser tratada com mais dignidade por todos os seguimentos da sociedade, pois o homossexual não é pior, e nem melhor que o negro, o branco, o caipira, o japonês, o amarelo, o índio e o heterossexual. São somente pessoas buscando a felicidade.
[1] Homossexualismo
Fonte: http://www.conteudoglobal.com/sociedade/homossexualismo/index.asp
[2] Aspectos Sociais do homossexualismo
Fonte: http://www.conteudoglobal.com/sociedade/homossexualismo/index.asp?action=aspectos_sociais_homossexualismo&nome=Aspectos+sociais+do+Homossexualismo
[3] Homossexualidade Feminina
Fonte: http://www.isexp.com.br/si/site/1658
[4] O Seu Filho é Gay
Fonte: http://www.fashionbubbles.com/2008/por-que-vc-quer-saber-se-seu-filho-e-gay/
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
História em Quadrinho
A história demonstra a insensatez dos pais ao tratarem de assunto delicado e complexo.
Charge
Essa Charge mostra o quanto aceitamos todo tipo de violência, quando os nossos interesses estão vulneráveis.
O seu filho é Gay?
Para começar, se você está desconfiando é porque de alguma forma JÁ SABE que seu filho ou filha é gay. Então quer ter certeza disso – mas por quê e para fazer o quê com esta certeza?
Em primeiro lugar, vamos aos fatos científicos sobre a homossexualidade. Ninguém sabe o que leva uma pessoa a tornar-se homossexual, isto é, a sentir atração física por outra pessoa do mesmo sexo genital. Da mesma maneira, ninguém sabe com certeza porque uma pessoa torna-se heterossexual. O que há são hipóteses, mas nenhuma certeza. Na primeira hipótese, o homossexualismo teria uma causa natural. Há alguns anos, um estudo mostrou que gêmeos separados no nascimento (tendo sido portanto expostos a influências culturais distintas) tornaram-se igualmente gays. Haveria um gene, ou mutação, ou mesmo degeneração genética que levasse à homossexualidade? Os estudos científicos ainda não comprovaram que alguém nasce homossexual, ou com tendência a tornar-se homossexual, por alguma predisposição genético-fisiológica.
Do outro lado está a hipótese cultural, isto é, de que a homossexualidade é resultante da influência do meio-ambiente (por exemplo, a famosa dupla mãe dominadora + pai fraco). Essa hipótese também não se sustenta. Se fosse verdade, todos os filhos dessa família seriam homossexuais, o que não é verdade. Ou também nunca haveria um homossexual numa família “normal” (o que quer que seja essa normalidade!). Ou os filhos de homossexuais assumidos seriam necessariamente gays, por falta de exemplos de “comportamento sexual normal”. Ou ainda, em algumas culturas haveria mais ou menos homossexuais (ou nenhum, como quer o atual presidente do Irã!). Nada disso é verdade – sempre houve gays, em todo tempo e lugar. Se na Bíblia há proibição ao homossexualismo é porque já havia homossexualismo naquele tempo, não?
A conclusão é que não se sabe se alguém já nasce (hipótese natural) ou se torna (hipótese cultural) homossexual, nem porquê. O mais provável é que a homossexualidade seja resultado de predisposição genética, mais influência do meio, mais uma grande variedade de fatores aleatórios, mais sabe lá Deus o quê…
Então, se não temos certeza quanto às causas, como imputar a responsabilidade a alguém? Menos ainda aos pais. Você pode se culpar de muitas coisas, mas não de ter “provocado” a homossexualidade do seu filho.
O fato é que ninguém “escolhe” ser homossexual – assim como não “escolhe” ser heterossexual (ou qualquer outra coisa entre uma ponta e outra!). A escolha pressupõe liberdade entre alternativas igualmente aceitáveis, o que não é absolutamente o caso quando se trata de sexualidade. Ou você escolheria ser gay se quisesse?
Se você escolher negar a sexualidade do seu filho, saiba que isso não produzirá nenhuma mudança na sua sexualidade. Ele poderá esconder, envergonhar-se, culpar-se, até mesmo casar-se, mas é bastante pouco provável que deixará de continuar sendo homossexual.
Agora, se escolher aceitar, por mais duro que seja para você, talvez seja o caminho para ajudar seu filho ou filha a ser uma pessoa mais plena, em paz com sua sexualidade e com maiores possibilidades de ser uma pessoa feliz.
Só Entre Elas

O que elas dizem.
Paula*, de 25 anos, formada em relações internacionais, deu seu primeiro beijo em uma menina há dois anos. Em abril de 2004, depois de conhecer uma menina "linda de morrer", ela se sentiu atraída. "Eu fui seduzida por uma mulher e não sabia como reagir", afirma. Um mês depois, ela foi a uma festa, conheceu uma garota "alternativa" e, dias depois, viu na prática como agir. "Ganhei um beijo e não conseguia abrir os olhos. Milhões de setimentos explodiam em minha cabeça. Pensei: será que sou lésbica?", relembra.
Por ser católica - e por ter gostado -, Paula ficou com medo de sofrer preconceito. No entanto, resolveu deixar sua curiosidade vir à tona. "Sei que sou heterossexual, até tenho namorado, mas batem essas vontades. Optei por experimentar o que quero sem vergonha", diz Paula, que já ficou com outras mulheres.
Assim como Paula, a produtora de eventos Fernanda*, de 21 anos, também acha natural beijar uma menina. "É coisa de adolescente curiosa. Não mexeu comigo", comenta a jovem, que se diz heterossexual, convicta. Aos 15 anos, estava em casa com duas amigas. "Quando vi, já tínhamos nos beijado. Foi a primeira vez que isso aconteceu com as três. Foi o resultado da associação entre álcool, juventude, curiosidade e depressão por causa de homem", brinca Fernanda. Ela assegura ter consciência do que rolou, mas garante que não se impressiona. "Beijo de mulher é diferente. Não me amarrei", conclui.
Por farra, ainda beijou outras meninas em duas ocasiões. Primeiro, durante um jogo, numa reunião de amigos. "Duvidaram que eu faria e fiz questão de mostrar que não tinha vergonha", conta a produtora. Depois, com 19 anos, em uma festa. Ela e a amiga ficaram cada qual com um menino, quando eles pediram que elas se beijassem. "Foi uma bagunça, mas não hesitamos em realizar o sonho deles", confessa.
HOMOSSEXUALIDADE FEMININA
Picazio (psicólogo e psicoterapeuta, 1998) acredita que todos nós recebemos desde cedo uma carga muito grande de valores negativos em relação a pessoas com orientação homossexual. Por isso, acabamos por repetir os comportamentos preconceituosos para rebater algo que não queremos para nós. Essa atitude dificulta tanto a aceitação da diferença, como a própria auto-aceitação de uma pessoa que venha a se perceber homossexual, pois ela acredita que será condenada a ser tudo o que ouviu falar de ruim sobre os homossexuais.
A aceitação de casais homossexuais masculinos sempre foi maior, como se identifica na mídia escrita ou falada. Ao contrário, o preconceito contra o homossexualismo feminino ainda persiste na sociedade e nas leis que ainda fecham os olhos para sua existência.
Não temos a pretensão de determinar como se inicia a homossexualidade. Mais importante que procurar possíveis causas, é fazer com que a sociedade compreenda que a homossexualidade em si não é um mal e que o problema está na solidão,na exclusão e na marginalidade que ela provoca, nessas pessoas, pelo preconceito.
Nesta época em que vivemos, podemos dizer que a homossexualidade feminina “saiu do armário” (expressão usada por gays e lésbicas quando assumem publicamente serem homossexuais).
A expressão lesbianismo deriva de Lesbos, ilha grega que tinha como chefe uma poetisa de nome Safo. Esta musa escreveu versos que contam livremente o amor entre mulheres e, seus amores e paixões por sua companheiras ( seis séculos atrás). Daí os nomes safismo, sáfico, safista e lesbismo, lesbianismo, lesbiana, lésbica, passarem a ser usados como sinônimos de tribadismo (ato de uma mulher “roçar” em outra).
Longe de nós polemizarmos em relação à definição da homossexualidade feminina, pelo fato de que “ até hoje não surgiu nenhuma teoria que trate exclusivamente do lesbianismo. As mulheres homossexuais têm sido tratadas pelos pesquisadores como as mulheres são geralmente tratadas, como o segundo sexo.”(Charlotte Wolff).
SEXUALIDADE: Homossexualismo, informe-se Mais!


HOMOSSEXUALIMO
O homossexualismo não é hoje considerado pelos profissionais de saúde como doença, não sendo, portanto, correto ou ético qualquer tratamento empreendido no sentido de curar o homossexual. Tentar curar algo que não é doença pode ser visto como prática de charlatanismo, incompetência e falta de ética pelo profissional que assim procede.
Em nosso país, a prática do homossexualismo masculino ou feminino também não é crime. Não há em nosso meio lei alguma que penalize tal prática.
SEXUALIDADE: Travestismo, informe-se Mais!

O termo travestismo é usado na área da sexualidade humana para descrever o indivíduo que obtém prazer de cunho sexual em vestir-se com as roupas do sexo oposto ao seu. Temos, portanto, homens e mulheres travestis. O fetichismo transvéstico não precisa ocorrer com todas as roupas do corpo, pode envolver somente as roupas de baixo.
Podemos ter um homem trajando terno e gravata e usando por baixo de suas roupas calcinhas e outras peças caracteristicamente femininas ou mulheres usando cuecas tradicionalmente masculinas.
Também não precisa ocorrer em público, podendo o indivíduo contentar-se em trajar-se com as roupas do sexo oposto ao seu quando em ambiente discreto ou em sua própria residência, longe dos olhares de outras pessoas. A orientação sexual não tem uma relação direta com o travestismo, de modo que é incorreto associar o travestismo ao homossexualismo, pois tal fenômeno ocorre também em pessoas de orientação sexual diversa. O termo travesti foi empregado inicialmente em 1910 pelo sexólogo Magnus Hirschfeld.
Atualmente alguns travestis, principalmente os masculinos, ultrapassam a barreira da roupa e usam o seu próprio corpo para se feminilizarem através de ingestão de hormônios femininos e modelagem das formas de uma mulher com substâncias de preenchimento. Infelizmente muitos utilizam o silicone líquido, cujo uso médico é proibido no Brasil, devido aos sérios danos que causa à saúde. Fazem também através dos implantes de silicone mamário e nos glúteos, estes com uso permitido e normatizado. Já o travestismo feminino vem utilizando nos últimos tempos doses excessivas de esteróides anabolizantes com repercussão altamente danosa ao organismo, algumas vezes letal.
SEXUALIDADE: Hermafroditismo, informe-se Mais!
HERMAFRODITISMOSEXUALIADE: Transsexualismo, informe-se Mais!

Aspecto Legal Transsexualismo
Aspectos Sociais do Homossexualismo
Homossexualismo
A homossexualidade não é transtorno médico ou psiquiátrico. É, contudo, um aspecto da condição humana que tem profundos efeitos sobre a vida dos indivíduos, das comunidades e da sociedade como um todo. A escolha dos membros do próprio sexo para relações sexuais e parceria doméstica íntima é ocorrência relativamente comum no mundo e através dos tempos, representando uma resposta particular a fatores biológicos, psicológicos e sociais inter-relacionados que dão origem à identidade pessoal e ao comportamento interpessoal. Apesar da presença universal de indivíduos homossexuais na história e na sociedade, o tema homossexualidade continua trazendo disputa e controvérsia. Discussões sobre homossexualidade costumam ser influenciadas por ignorância, medo e fuga, colidindo com dogmas morais e religiosos e contrastando com intuitos políticos. Não obstante, a literatura psiquiátrica e científica com referência à homossexualidade tem crescido em qualidade e quantidade nos últimos 25 anos. A literatura agora dá uma perspectiva madura da homossexualidade, bem como uma orientação firme referente aos modos com os quais os médicos podem ter impacto positivo sobre a vida de seus pacientes gays ou lésbicas. Os médicos que compreendem os pontos de vista atuais sobre homossexualidade estão em posição de fornecer um atendimento clínico excelente a pacientes individuais e uma liderança humana em suas instituições e comunidades. Sem tal conhecimento, os médicos correm o risco de repetir ações preconceituosas e prejudiciais que costumavam caracterizar o tratamento médico de gays e lésbicas no passado.
terça-feira, 1 de setembro de 2009
A diversidade sexual existe, e é um tabu em nossa sociedade. O preconceito sofrido por aqueles que decidem ‘’sair do armário’’ só nos mostra o quanto ainda somos imaturos em termos de liberação sexual. As sociedades clássicas encaravam atos como o bissexualismo como algo natural, inerente ao ser humano. Hoje, a homossexualidade é encarada como algo vergonhoso, um mal a ser exterminado,sendo que esse pensamento além de preconceituoso é atrasado!!!




