quarta-feira, 18 de novembro de 2009

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Resenha

HOMOSSEXUALIDADE
Grupo Mundo Melhor.

Esta resenha trata de um tema o quanto complexo de ser abordado, a homossexualidade. Para tratar do assunto, o grupo recorreu a várias fontes de pesquisa, com objetivo de ampliar o conhecimento sobre a discriminação homossexual.
Visitamos várias páginas da Web, numa das pesquisas encontramos o texto Homossexualismo[1] que buscar esclarecer a origem da homossexualidade num indivíduo, levantando o dilema: homossexualismo é um transtorno médico ou psiquiátrico? Nenhum dos dois. A homossexualidade é uma opção de vida em que a pessoa sente-se feliz e realizada ao relacionar-se com pessoas do mesmo sexo.
Essa condição humana gera várias consequências desde o princípio da humanidade até o mundo contemporâneo. Socialmente dizendo o homossexualimo influência drasticamente o comportamento das sociedades. Os Gays e lésbicas continuam marginalizados e ficam sujeitos a todo tipo de violência. Em algumas situações essa violência é apoiada até por crenças religiosas e bases morais. Contudo, a religião e a moral não deveriam defender a dignidade humana e a liberdade de escolha? Em nossa busca do conhecimento encontramos o texto Aspectos Sociais do Homossexualismo[2], o qual relata que “Em algumas épocas e lugares, a homossexualidade era elemento aceito da vida cotidiana. Em outros contextos, tem sido considerada ofensa moral, punível com a morte; ou designada como anomalia digna de pena a ser curada com tratamento médico”. Diante disso, é nítido que a homossexualidade é vista de várias formas pelas diferentes sociedades.
Nos dias atuais, a discriminação é estampada nos diversos segmentos da sociedade, e os casais homossexuais não têm o mesmo direitos dos casais heterossexuais. Com toda essa resitência a homossexualidade surgiu até o termo homofobia (medo de homossexuais) para discriminar ainda mais essas pessoas, que são detentoras de direitos e deveres como qualquer outro ser humano.
Encontramos também um texto explicativo das diferenças existentes na sexualiadade: homossexualismo, travestismo, hemafroditismo, transsexualismo. Escolhas sexuais que muitos interpretam como sendo a mesma coisa, mas desconhecem o verdadeiro significado de cada comportamento. Entretanto o que importa, mais vale a discriminação e o preconceito do que entender a opção sexual de cada um. Na maioria dos casos atiramos pedras para depois entendermos a situação. Caso recente da universitária da Uniban enfatiza muito bem esse cenário: independente da moça de vestido curto querer promover-se ou não, a atitude dos demais estudantes não justifica. Esse é o mundo em que vivemos, uma tremenda baderna.
Continuando achamos a Homossexualidade Feminina[3] que sofre uma discriminação bem maior do que os homossexuais masculinos. O preconceito contra o homossexualismo feminino ainda persiste na sociedade e nas leis que ainda fecham os olhos para sua existência.
Por fim o texto O Seu Filho é Gay[4] traz os porquês da descoberta da homossexualidade dentro da família e a dificuldade em compreender a opção sexual, sendo que nem sempre os pais vão saber lidar com a situação, e tentarão erradamente justificar o comportamento homossexual culpando a si próprios.
Com base nas pesquisas apresentadas, entendemos que a homossexualidade deve ser tratada com mais dignidade por todos os seguimentos da sociedade, pois o homossexual não é pior, e nem melhor que o negro, o branco, o caipira, o japonês, o amarelo, o índio e o heterossexual. São somente pessoas buscando a felicidade.
[1] Homossexualismo
Fonte: http://www.conteudoglobal.com/sociedade/homossexualismo/index.asp
[2] Aspectos Sociais do homossexualismo
Fonte: http://www.conteudoglobal.com/sociedade/homossexualismo/index.asp?action=aspectos_sociais_homossexualismo&nome=Aspectos+sociais+do+Homossexualismo
[3] Homossexualidade Feminina
Fonte: http://www.isexp.com.br/si/site/1658
[4] O Seu Filho é Gay
Fonte: http://www.fashionbubbles.com/2008/por-que-vc-quer-saber-se-seu-filho-e-gay/

Vídeo (Homossexualidade na Família)

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

História em Quadrinho

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A história demonstra a insensatez dos pais ao tratarem de assunto delicado e complexo.

Charge

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Essa Charge mostra o quanto aceitamos todo tipo de violência, quando os nossos interesses estão vulneráveis.

O seu filho é Gay?

Por que você quer saber se seu filho é gay?

Para começar, se você está desconfiando é porque de alguma forma JÁ SABE que seu filho ou filha é gay. Então quer ter certeza disso – mas por quê e para fazer o quê com esta certeza?
Provavelmente para se culpar. Mãe dominadora e pai fraco tinha que dar nisso mesmo… Você quer saber onde errou na criação, porque afinal a culpa tem que ser de alguém, preferencialmente sua. Ou do outro parceiro, que (escolha a alternativa aplicável): saiu de casa, arranjou um/a amante, bebia, não se dedicou à família, etc.
Em primeiro lugar, vamos aos fatos científicos sobre a homossexualidade. Ninguém sabe o que leva uma pessoa a tornar-se homossexual, isto é, a sentir atração física por outra pessoa do mesmo sexo genital. Da mesma maneira, ninguém sabe com certeza porque uma pessoa torna-se heterossexual. O que há são hipóteses, mas nenhuma certeza. Na primeira hipótese, o homossexualismo teria uma causa natural. Há alguns anos, um estudo mostrou que gêmeos separados no nascimento (tendo sido portanto expostos a influências culturais distintas) tornaram-se igualmente gays. Haveria um gene, ou mutação, ou mesmo degeneração genética que levasse à homossexualidade? Os estudos científicos ainda não comprovaram que alguém nasce homossexual, ou com tendência a tornar-se homossexual, por alguma predisposição genético-fisiológica.
Do outro lado está a hipótese cultural, isto é, de que a homossexualidade é resultante da influência do meio-ambiente (por exemplo, a famosa dupla mãe dominadora + pai fraco). Essa hipótese também não se sustenta. Se fosse verdade, todos os filhos dessa família seriam homossexuais, o que não é verdade. Ou também nunca haveria um homossexual numa família “normal” (o que quer que seja essa normalidade!). Ou os filhos de homossexuais assumidos seriam necessariamente gays, por falta de exemplos de “comportamento sexual normal”. Ou ainda, em algumas culturas haveria mais ou menos homossexuais (ou nenhum, como quer o atual presidente do Irã!). Nada disso é verdade – sempre houve gays, em todo tempo e lugar. Se na Bíblia há proibição ao homossexualismo é porque já havia homossexualismo naquele tempo, não?
A conclusão é que não se sabe se alguém já nasce (hipótese natural) ou se torna (hipótese cultural) homossexual, nem porquê. O mais provável é que a homossexualidade seja resultado de predisposição genética, mais influência do meio, mais uma grande variedade de fatores aleatórios, mais sabe lá Deus o quê…
Então, se não temos certeza quanto às causas, como imputar a responsabilidade a alguém? Menos ainda aos pais. Você pode se culpar de muitas coisas, mas não de ter “provocado” a homossexualidade do seu filho.
O fato é que ninguém “escolhe” ser homossexual – assim como não “escolhe” ser heterossexual (ou qualquer outra coisa entre uma ponta e outra!). A escolha pressupõe liberdade entre alternativas igualmente aceitáveis, o que não é absolutamente o caso quando se trata de sexualidade. Ou você escolheria ser gay se quisesse?
Para quê você quer ter certeza de que seu filho é gay?
Se for achando que tem cura ou que vai conseguir algum outro resultado alternativo, lamento desapontá-lo… As únicas escolhas que se pode fazer em relação à homossexualidade são aceitá-la ou renegá-la; conseguir com que um homossexual deixe de sê-lo é impossível!
Se você escolher negar a sexualidade do seu filho, saiba que isso não produzirá nenhuma mudança na sua sexualidade. Ele poderá esconder, envergonhar-se, culpar-se, até mesmo casar-se, mas é bastante pouco provável que deixará de continuar sendo homossexual.
Agora, se escolher aceitar, por mais duro que seja para você, talvez seja o caminho para ajudar seu filho ou filha a ser uma pessoa mais plena, em paz com sua sexualidade e com maiores possibilidades de ser uma pessoa feliz.
Esse texto foi retirado da Web e adaptado.

Só Entre Elas



Além das ficadas, baladas e perda da virgindade, preocupações típicas da adolescência, agora as meninas resolveram beijar meninas.

O que elas dizem.

Paula*, de 25 anos, formada em relações internacionais, deu seu primeiro beijo em uma menina há dois anos. Em abril de 2004, depois de conhecer uma menina "linda de morrer", ela se sentiu atraída. "Eu fui seduzida por uma mulher e não sabia como reagir", afirma. Um mês depois, ela foi a uma festa, conheceu uma garota "alternativa" e, dias depois, viu na prática como agir. "Ganhei um beijo e não conseguia abrir os olhos. Milhões de setimentos explodiam em minha cabeça. Pensei: será que sou lésbica?", relembra.
Por ser católica - e por ter gostado -, Paula ficou com medo de sofrer preconceito. No entanto, resolveu deixar sua curiosidade vir à tona. "Sei que sou heterossexual, até tenho namorado, mas batem essas vontades. Optei por experimentar o que quero sem vergonha", diz Paula, que já ficou com outras mulheres.
Assim como Paula, a produtora de eventos Fernanda*, de 21 anos, também acha natural beijar uma menina. "É coisa de adolescente curiosa. Não mexeu comigo", comenta a jovem, que se diz heterossexual, convicta. Aos 15 anos, estava em casa com duas amigas. "Quando vi, já tínhamos nos beijado. Foi a primeira vez que isso aconteceu com as três. Foi o resultado da associação entre álcool, juventude, curiosidade e depressão por causa de homem", brinca Fernanda. Ela assegura ter consciência do que rolou, mas garante que não se impressiona. "Beijo de mulher é diferente. Não me amarrei", conclui.
Por farra, ainda beijou outras meninas em duas ocasiões. Primeiro, durante um jogo, numa reunião de amigos. "Duvidaram que eu faria e fiz questão de mostrar que não tinha vergonha", conta a produtora. Depois, com 19 anos, em uma festa. Ela e a amiga ficaram cada qual com um menino, quando eles pediram que elas se beijassem. "Foi uma bagunça, mas não hesitamos em realizar o sonho deles", confessa.
Observação: *Nome Fictício
Esse texto foi retirado e adpatado da Revista do Correio, escrito por Mariana Abreu.
Brasília, domigo, 9 de abril de 2006 (Correio Braziliense).

HOMOSSEXUALIDADE FEMININA

Existem várias teorias do porque uma pessoa é homossexual. Seja por influência ambiental, genética ou da formação psicológica; uma coisa é certa, ninguém opta por ser homossexual. Esse tipo de relação, de comportamento, é visto como uma orientação do desejo. Mas, esse conceito é recente, visto que somente em 1993, a Organização Mundial da Saúde deixou de considerar a homossexualidade como uma doença, passando a ser uma condição da personalidade humana. O Conselho Federal de Psicologia passou a condenar as promessas de tratamento para reverter a homossexualidade em 1999.
Picazio (psicólogo e psicoterapeuta, 1998) acredita que todos nós recebemos desde cedo uma carga muito grande de valores negativos em relação a pessoas com orientação homossexual. Por isso, acabamos por repetir os comportamentos preconceituosos para rebater algo que não queremos para nós. Essa atitude dificulta tanto a aceitação da diferença, como a própria auto-aceitação de uma pessoa que venha a se perceber homossexual, pois ela acredita que será condenada a ser tudo o que ouviu falar de ruim sobre os homossexuais.
A aceitação de casais homossexuais masculinos sempre foi maior, como se identifica na mídia escrita ou falada. Ao contrário, o preconceito contra o homossexualismo feminino ainda persiste na sociedade e nas leis que ainda fecham os olhos para sua existência.
Não temos a pretensão de determinar como se inicia a homossexualidade. Mais importante que procurar possíveis causas, é fazer com que a sociedade compreenda que a homossexualidade em si não é um mal e que o problema está na solidão,na exclusão e na marginalidade que ela provoca, nessas pessoas, pelo preconceito.
Nesta época em que vivemos, podemos dizer que a homossexualidade feminina “saiu do armário” (expressão usada por gays e lésbicas quando assumem publicamente serem homossexuais).
A expressão lesbianismo deriva de Lesbos, ilha grega que tinha como chefe uma poetisa de nome Safo. Esta musa escreveu versos que contam livremente o amor entre mulheres e, seus amores e paixões por sua companheiras ( seis séculos atrás). Daí os nomes safismo, sáfico, safista e lesbismo, lesbianismo, lesbiana, lésbica, passarem a ser usados como sinônimos de tribadismo (ato de uma mulher “roçar” em outra).
Longe de nós polemizarmos em relação à definição da homossexualidade feminina, pelo fato de que “ até hoje não surgiu nenhuma teoria que trate exclusivamente do lesbianismo. As mulheres homossexuais têm sido tratadas pelos pesquisadores como as mulheres são geralmente tratadas, como o segundo sexo.”(Charlotte Wolff).
Esse texto foi retirado da Web e adaptado.

SEXUALIDADE: Homossexualismo, informe-se Mais!




HOMOSSEXUALIMO

O homossexualismo não é hoje considerado pelos profissionais de saúde como doença, não sendo, portanto, correto ou ético qualquer tratamento empreendido no sentido de curar o homossexual. Tentar curar algo que não é doença pode ser visto como prática de charlatanismo, incompetência e falta de ética pelo profissional que assim procede.
Em nosso país, a prática do homossexualismo masculino ou feminino também não é crime. Não há em nosso meio lei alguma que penalize tal prática.
Esse texto foi retirado da Web e adaptado.

SEXUALIDADE: Travestismo, informe-se Mais!









TRAVESTISMO

O termo travestismo é usado na área da sexualidade humana para descrever o indivíduo que obtém prazer de cunho sexual em vestir-se com as roupas do sexo oposto ao seu. Temos, portanto, homens e mulheres travestis. O fetichismo transvéstico não precisa ocorrer com todas as roupas do corpo, pode envolver somente as roupas de baixo.
Podemos ter um homem trajando terno e gravata e usando por baixo de suas roupas calcinhas e outras peças caracteristicamente femininas ou mulheres usando cuecas tradicionalmente masculinas.
Também não precisa ocorrer em público, podendo o indivíduo contentar-se em trajar-se com as roupas do sexo oposto ao seu quando em ambiente discreto ou em sua própria residência, longe dos olhares de outras pessoas. A orientação sexual não tem uma relação direta com o travestismo, de modo que é incorreto associar o travestismo ao homossexualismo, pois tal fenômeno ocorre também em pessoas de orientação sexual diversa. O termo travesti foi empregado inicialmente em 1910 pelo sexólogo Magnus Hirschfeld.
Atualmente alguns travestis, principalmente os masculinos, ultrapassam a barreira da roupa e usam o seu próprio corpo para se feminilizarem através de ingestão de hormônios femininos e modelagem das formas de uma mulher com substâncias de preenchimento. Infelizmente muitos utilizam o silicone líquido, cujo uso médico é proibido no Brasil, devido aos sérios danos que causa à saúde. Fazem também através dos implantes de silicone mamário e nos glúteos, estes com uso permitido e normatizado. Já o travestismo feminino vem utilizando nos últimos tempos doses excessivas de esteróides anabolizantes com repercussão altamente danosa ao organismo, algumas vezes letal.
Esse texto foi retirado da Web e adaptado.

SEXUALIDADE: Hermafroditismo, informe-se Mais!

HERMAFRODITISMO

O hermafroditismo é um fenômeno geneticamente determinado a partir de deficiências enzimáticas durante a formação do embrião in útero. O diagnóstico de hermafroditismo é excludente do de transsexualismo. A condição chamada de intersexo inviabiliza o diagnóstico de transsexualismo. O indivíduo transexual, ao contrário do hermafrodita, nasce com a genitália perfeita e adequada ao seu cariótipo e órgãos internos. Trata-se de um homem 46XY ou de uma mulher 46XX sem a presença de condição de intersexualidade. Já a figura do hermafroditismo apresenta-se em três subdivisões, a saber: pseudo-hermafroditismo masculino (indivíduo com cariótipo 46XY, estrutura interna masculina e externa feminina), pseudo-hermafroditismo feminino (indivíduo com cariótipo 46XX, estrutura interna feminina e externa masculina) e hermafroditismo verdadeiro onde temos a presença de gônadas masculinas e femininas, possuindo tanto tecido testicular, como, também, de ovariano. No pseudo-hermafroditismo as gônadas (testículos ou ovários), quando presentes, são ou masculinas ou femininas acompanhando o seu cariótipo e sexo interno.Uma vez diagnosticado o quadro clínico de hermafroditismo, é recomendável cirurgia corretiva visando adaptar seu sexo externo ao interno ou o oposto. A decisão sobre a predominância do sexo interno ou externo deve levar em consideração a ocasião do procedimento cirúrgico corretivo, se durante a infância e antes do indivíduo começar a se definir dentro dos padrões de masculinidade e feminilidade socialmente impostos, será dada preferência ao sexo cromossômico, adequando a aparência externa ao cariótipo e órgãos internos. Se a cirurgia ocorre em momento mais tardio, deverá predominar o sexo culturalmente aceito pelo indivíduo.
Esse texto foi retirado da Web e adaptado.

SEXUALIADE: Transsexualismo, informe-se Mais!











TRANSSEXUALISMO

Aspecto Legal Transsexualismo

A cirurgia de transgenitalização no Brasil é atualmente permitida pelo CFM (Conselho Federal de Medicina), realizada exclusivamente em hospitais universitários ou públicos, para fins de pesquisa.Já o desejo de adequar o prenome e o sexo à nova condição e aparência, esbarra no Brasil na questão legal do direito concernente à mudança de nome ou a adequação do registro civil. Trata-se aqui da discussão sobre o direito de um cidadão poder alterar juridicamente o seu nome e sexo, o que nos remete à legislação vigente no país. A reinvidicação de adequação do registro civil, carteira de identidade, etc., garantindo o pleno exercício da cidadania, faz parte do debate desta problemática junto à esfera do direito. Uma tese defendida em prol da adequação do nome e sexo nos documentos à nova aparência e identidade do cidadão é que, os nomes têm como finalidade a identificação das pessoas e não devem expô-las ao ridículo social, por não condizer com a aparência física, emocional e comportamental.A resolução do Conselho Federal de Medicina de 30 de setembro de 1997, CFM 1482/97 libera eticamente aos médicos a realização da cirurgia transgenital, sendo a mesma legal unicamente quando realizada a título de pesquisa em hospital universitário ou público. A cirurgia no Brasil se torna possível com a resolução do CFM, salvo restrição necessária de ser o indivíduo maior de 21 anos de idade, ter se submetido à psicoterapia por no mínimo dois anos, ser diagnosticado e tratado por uma equipe multidisciplinar e ausência de características físicas inapropriadas para a cirurgia.
Esse texto foi retirado da Web e adaptado.

Aspectos Sociais do Homossexualismo

A homossexualidade é tanto um fenômeno social quanto individual. Este tópico lida com os aspectos históricos e transculturais da homossexualidade e depois com o lugar da homossexualidade na sociedade ocidental contemporânea. Nos Estados Unidos, a homossexualidade continua a ser questão de considerável controvérsia. Muitos se opõem à homossexualidade com bases morais e religiosas. Gays e lésbicas continuam marginalizados e ficam sujeitos à discriminação. O conceito de homofobia tem sido usado para explicar grande parte da negatividade que cerca a homossexualidade. Não obstante, a sociedade está respondendo às necessidades legítimas dos gays e lésbicas de muitos modos importantes. Com uma defesa efetiva, é provável que a homossexualidade continue a "sair do armário" e ingresse na posição de consenso da sociedade americana. Este tópico termina com uma discussão do comportamento homossexual que ocorre em prisões e em outras populações confinadas.
Perspectivas históricas e transculturais
Dada a diversidade da cultura humana, não é surpreendente que a homossexualidade seja expressa com uma ampla variedade de formas e seja vista de modos nitidamente contrastantes durante diferentes períodos históricos e em diferentes sociedades. Em algumas épocas e lugares, a homossexualidade era elemento aceito da vida cotidiana. Em outros contextos, tem sido considerada ofensa moral, punível com a morte; ou designada como anomalia digna de pena a ser curada com tratamento médico. Antropólogos culturais têm desenvolvido sistemas elaborados para caracterizar as estruturas sociais e funções associadas à homossexualidade dentro de sociedades em particular.Talvez o exemplo histórico mais conhecido de sociedade que via a homossexualidade de maneira diferente da nossa é o da Grécia Antiga. Nas cidades-estado da Grécia Antiga, a homossexualidade masculina e feminina era socialmente aprovada e prática institucionalizada associada a instituições militares, educacionais e religiosas. Tal atividade não interferia no casamento heterossexual e as funções de pais. Recentemente, a atenção de estudiosos tem sido dada à homossexualidade socialmente aceita dentro de algumas culturas americanas nativas tradicionais. São exemplos menos conhecidos as várias práticas homossexuais socialmente aceitas em sociedades em desenvolvimento ou tradicionais.
Discriminação e homofobia
O estigma social e a discriminação contra homossexuais continuam sendo forças poderosas na sociedade ocidental contemporânea, e os casais de homossexuais não possuem os mesmos direitos e proteções disponíveis para os heterossexuais. Exemplos de discriminação incluem os homossexuais barrados na carreira militar e a exclusão de adolescentes gays do Boy Scouts of America (Boy Scouts of America x Dale, 2000). Na pior das hipóteses, a antipatia contra os homossexuais resulta em ataques diretos e crimes por ódio (Federal Bureau of Investigations, 2001), como o assassinato com repercussão nacional de um jovem gay em Montana no ano de 1998.O conceito de homofobia foi desenvolvido na década de 1970 para explicar o preconceito da sociedade contra homossexuais. De acordo com este paradigma, as pessoas se sentem ansiosas ou pouco à vontade ao lidar com questões referentes à homossexualidade ou quando lidam com homossexuais. Trabalham esse desconforto evitando o contato com questões dos homossexuais e com eles próprios. Este comportamento se torna entranhado porque efetivamente elimina o desconforto. Este comportamento é tão prevalente, contudo, que os homossexuais são marginalizados da sociedade. A homofobia também é usada para descrever sentimentos negativos e auto-relutância entre os homossexuais, o que não lhes permite uma reivindicação apropriada de tratamento não-discriminatório na sociedade.
Oportunidades emergentes
Há muitas indicações de que a sociedade esteja se tornando mais tolerante com a homossexualidade e de que a discriminação esteja caindo em numerosas frentes. Várias organizações de defesa, como a Amnesty International, 2001, e a American Civil Liberties Union, 1996, estão trabalhando para melhorar os direitos legais dos homossexuais. Questões atuais incluem a extensão dos benefícios de seguro saúde para os parceiros dos homossexuais e os filhos de casais homossexuais pelos empregadores, expansão das leis antidiscriminação para incluir discriminação baseada na orientação sexual e casamento entre o mesmo sexo. Também estão ocorrendo mudanças porque a comunidade dos negócios tem reconhecido o poder de compra dos gays e lésbicas. Negócios que variam de locais para férias a casas de investimento estão moldando seus serviços e marketing para enfocar gays e lésbicas. Os anunciantes estão começando a retratar favoravelmente casais homossexuais, inclusive em famílias com filhos.
Populações confinadas
Dentro de prisões, emergem formas de comportamento com o mesmo sexo que são distintas da homossexualidade que ocorre fora das prisões. Jovens do sexo masculino na prisão ficam vulneráveis ao estupro homossexual e à dominação por internos mais velhos que são poderosos dentro da estrutura social da prisão. Jovens que pareçam fracos, efeminados ou gays correm o maior risco de ser vitimizados. Os homens que os vitimam se enxergam como heterossexuais, e outros prisioneiros também enxergam os vitimadores como heterossexuais. Estas relações são sob coação, pois o jovem que atua neste papel espera ganhar proteção de outros prisioneiros. Tal comportamento tem pouco a ver com a homossexualidade em si e é compreendido melhor como fenômeno social distinto que ocorre devido à falta de parceiros heterossexuais e política de poder sem restrições no pátio da prisão. Os médicos que cuidam dos prisioneiros precisam estar cientes deste fenômeno.
Esse texto foi retirado da Web e adaptado.

Homossexualismo


A homossexualidade não é transtorno médico ou psiquiátrico. É, contudo, um aspecto da condição humana que tem profundos efeitos sobre a vida dos indivíduos, das comunidades e da sociedade como um todo. A escolha dos membros do próprio sexo para relações sexuais e parceria doméstica íntima é ocorrência relativamente comum no mundo e através dos tempos, representando uma resposta particular a fatores biológicos, psicológicos e sociais inter-relacionados que dão origem à identidade pessoal e ao comportamento interpessoal. Apesar da presença universal de indivíduos homossexuais na história e na sociedade, o tema homossexualidade continua trazendo disputa e controvérsia. Discussões sobre homossexualidade costumam ser influenciadas por ignorância, medo e fuga, colidindo com dogmas morais e religiosos e contrastando com intuitos políticos. Não obstante, a literatura psiquiátrica e científica com referência à homossexualidade tem crescido em qualidade e quantidade nos últimos 25 anos. A literatura agora dá uma perspectiva madura da homossexualidade, bem como uma orientação firme referente aos modos com os quais os médicos podem ter impacto positivo sobre a vida de seus pacientes gays ou lésbicas. Os médicos que compreendem os pontos de vista atuais sobre homossexualidade estão em posição de fornecer um atendimento clínico excelente a pacientes individuais e uma liderança humana em suas instituições e comunidades. Sem tal conhecimento, os médicos correm o risco de repetir ações preconceituosas e prejudiciais que costumavam caracterizar o tratamento médico de gays e lésbicas no passado.
Esse texto foi retirado da Web e adaptado.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

O blog mais diversificado da galáxia.

A diversidade sexual existe, e é um tabu em nossa sociedade. O preconceito sofrido por aqueles que decidem ‘’sair do armário’’ só nos mostra o quanto ainda somos imaturos em termos de liberação sexual. As sociedades clássicas encaravam atos como o bissexualismo como algo natural, inerente ao ser humano. Hoje, a homossexualidade é encarada como algo vergonhoso, um mal a ser exterminado,sendo que esse pensamento além de preconceituoso é atrasado!!!
Analisando a história da própria humanidade, pretendemos demonstrar, acima de tudo, que ter uma vida sexual diversificada é mais do que natural, faz parte da essência do ser humano e que o respeito com o próximo é indispensável!!!!
Voçê não precisa ser homossexual para respeitar um (a) homossexual!!!!


Fonte: https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhukvjlP7AJrjX7dWVEZOtXZGeyo0R6QKr3fU5aOee09KMzHcXM-a2bC-M11HAhXRIzvhs2bhhjW9tddeiOtj4o9x7SEH9qfruLWUtSN23KBm3yCYNONlMgJ4elB_E4TP8MWVgspN0CQGBE/s1600-h/diversidadeSexual%2520menor%2520.jpg